Ontem eu senti exatamente o que é ser sozinha na multidão, sentir-se invisível, mesmo roedada de pessoas, lá estava eu sozinha, ninguém me enxergava. Mas hoje, já em casa, descansada, a conclusão que tirei é que, quando estamos junto dos nossos, podemos ser nós mesmos, e sermos vistos realmente como somos e simplesmente sentir o que ser amada. Então bola para frente...
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ResponderExcluirNossa Josi. Eu sei como é isso. Tbm me sinto só as vezes... Mas sabemos que temos um Deus que nos ama né? E vc tbm pode contar comigo sempre...
ResponderExcluirSávio
MENSAGEM REBELDE QUE O GUTO FEZ PARA MIM, MAS O BLOG ESTAVA REJEITANDO, MAS SEI O MOTIVO, É PQ AMANHÃ É FERIADO E A INTERNET ESTÁ COM PREGUIÇA!!!
ResponderExcluirNosso mundo "formigueiro" por vezes nos faz passar por situações assim. Eu mesmo sempre penso nisso quando vou ao centro da cidade e estou esperando para o sinal abrir e o formigueiro humano começar a "correr"... e recomeça a doideira.
O "flâneur" não é só o sujeito elétrico que sai de um lugar para o outro... mas o que observa, as vezes involuntariamente a opção "desconcentrada no outro", apenas naquilo que interessa no momento. Mas nao esquente não. Isso faz e fez brotar coisas interessantes, como esse comentário e esse blog, por exemplo. ; )
É meio assim... se te dão um limão, faça uma limonada. Se te colocam na posição involuntária de "flâneur", aprenda a "flanar" por aí. Junto ou acompanhado. ; - )
Ah! Agora foi(?!). Mensagem rebelde que domou a internet selvagem e o resultado foi de que você não está mais só no meio da multidão e nem mais sozinha boiando no oceano. Ói nois aí sô! :-)
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